Em apenas 40 dias da formação Metaverse Expert certificada já sinto a diferença do acesso ao conhecimento abrir portas para meus negócios.
Não sei qual é o seu nível de conexão com o tema, então esclareço que as bases para construção dos Metaversos tem um ecossistema vasto de tecnologias em evolução, como a da Internet com a Web 3.0, BlockChain, Internet das Coisas, Edge Computing, Defi (Finanças Descentralizadas) etc.
O objetivo é resolver um problema técnico e de negócios com uma base na web para que esta se torne mais apropriada e capacitada a permitir possibilidades de criação de novos serviços, hábitos, modelos de negócios e relações.
Estou me referindo a hiperconectividade que integra o virtual ao físico e vice-versa.
Entenda a mudança que está acontecendo agora:
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Você concorda que o principal objetivo de uma empresa que presta o serviço e armazena os dados é rentabilizar e controlar?
Você pode pensar nisso como “minha Infraestrutura, minhas regras”.
Pensa nas operadoras que você contrata para te fornecer internet ou nas aplicações web que você acessa e até nas transações financeiras – como elas ocorrem?
No formato “minha infraestrutura, minhas regras”
Mas isso está mudando.
A palavra-chave por trás da web 3.0 é descentralização.
A Web 3.0 quebra a regra “minha infra-estrutura, minhas regras” presente na Web 2.0 (atual) e dá espaço a cada usuário acesso e download de uma cópia local dos dados (ledger) e participa passivamente (node owner) ou ativamente (consenso, validador) da construção da rede, tanto em infraestrutura como na governança.
No novo cenário surge: “Ninguém é dono da rede”.
E isso vale para as transações de IoT ou de aplicações, como as financeiras.
Como funciona:
Um contrato inteligente (DLT) e um protocolo codificado definem as regras e executam o que o participante concordou. Cada transação passa por um processo de votação programática totalmente automatizado.
A descentralização dá ao usuário a capacidade de executar e operar sua infraestrutura. O protocolo incentiva o participante com Cripto Moeda Digital ou Token Digital, que ele pode usar para consumir outros serviços.
E agora você pode estar pensando… “ok Thelma, mas como e por que a Web3 está atrelada à Internet das Coisas?”
Você concorda que para os dispositivos IoT funcionar é preciso de conectividade?
E a Rede de Conectividade Sem Fio é um investimento enorme e se espera que o dispositivo esteja funcionando para justificar o investimento da rede, caso contrário fica mais difícil iniciar (aprovar) os projetos de IoT sem cobertura e não podemos construir uma rede sem dispositivos. Fica aquela história do ovo e da galinha…
Construindo uma solução baseada em Web 3.0 IoT
Criar parte de uma solução IoT de ponta a ponta baseada apenas em serviços Web 3.0 descentralizados, como mostra o design abaixo, desde a aparência inicial, parece uma solução convencional de IoT.
Ainda assim, todos esses componentes são descentralizados e fornecidos por nós, pessoas e empresas privadas – e não mais “donos de infraestrutura” e que num formato colaborativo de expandir redes IoT para que esteja disponível e em execução em todo o mundo, por pessoas e quaisquer tipos de empresas como seus servidores domésticos ou até mesmo pela nuvem pública.
