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Mulheres são mais românticas quando estão sem fome, aponta pesquisa

O estudo publicado por uma revista norte-americana analisou as atitudes de mulheres com fome e sem fome, em atividades relacionadas ao romance

Comer é uma atividade que muitas pessoas gostam de fazer no dia a dia, e essa prática traz diferentes tipos de benefícios emocionais e pode influenciar até mesmo em um relacionamento. Um exemplo é que as mulheres tendem a ser mais românticas quando estão de barrigas cheias.

O estudo foi publicado pela revista norte-americana "Time" e foi feito pela pós-doutora em Psicologia Alice Ely, da Universidade da Califórnia. A pesquisa analisou o comportamento de 20 mulheres jovens com o peso considerado normal.

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Durante o levantamento, as mulheres fizeram jejum durante oito horas e foram expostas a imagens românticas, sendo que as reações foram captadas em um equipamento de ressonância magnética, em que os cientistas perceberam pouca variação de atividade cerebral em relação aos dois tipos de imagem.

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Mulher se alimentando - Foto: Pixabay

Resultados da pesquisa 

Depois, o público da pesquisa se alimentou e foi realizada uma nova avaliação, trazendo  imagens românticas, como casais de mãos dadas, entre outras atividades que envolvem um relacionamento.

Desta vez, as mulheres responderam de forma mais expressiva às cenas românticas. A pesquisadora observou como a mudança foi positiva: “Em vez de ficarem ansiosas ou irritadas com a fome, elas passam a se concentrar em coisas melhores”, afirmou.

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Mulher tirando foto de um homem em um restaurante - Foto: Pixabay

Cabe destacar que com relação às mulheres analisadas, metade delas fez dieta no passado e a outra metade não. A autora do estudo também apontou que entre as mulheres que já passaram por restrição alimentar, a atividade era maior.

A pesquisadora também afirmou que através da pesquisa, foi observado que o grupo analisado sentiu mais vontade de se alimentar: “Elas se sentem mais motivadas a comer. O que vemos no estudo atual é que isso [aumento na atividade cerebral] pode ir além da comida”, comentou.

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